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PERGUNTAS
11 de junho Prezados Senhores: Somente ontem tive conhecimento da existência do programa "Combate" na Rede Vida, achei excelente (apesar do horário ser um pouco tarde). A proposta apresentada ontem, além de ser muito interessante, também foi exposta de maneira muito clara. Qualquer empresário que tenha um mínimo de conhecimento das suas obrigações trabalhistas e tributárias deve ter compreendido o funcionamento desta nova modalidade de arrecadação. Parabéns aos idealizadores. Como o programa tem o objetivo de expor e analisar a tributação no Brasil, gostaria de apresentar a V.Sªs o grave problema que a Lei nº 10.865 de 30/04/2004 está causando em nossa empresa. Inclusive, estou redigindo este e-mail com base na resposta obtida de nossa consultoria em 02/06/2004. Talvez V.Sªs possam até indicar a quem poderíamos recorrer para corrigir o absurdo gerado pela falta de critério de quem redigiu o texto desta Lei. Nossa situação está exposta na consulta elaborada para a empresa Fiscodata (abaixo). É facilmente notado o assombroso acréscimo na carga tributária que passamos a ter. Nossa margem de lucro (que era aproximadamente de 10 a 12%) acabou sendo extinta. Para piorar, a referida Lei foi publicada no dia 30/04/2004, em edição extra, sendo que este é o último dia para se fazer a opção da forma de tributação (presumido ou real). Quando tomamos conhecimento, já havíamos feito o recolhimento do IRPJ referente ao primeiro trimestre de 2004. Não nos foi sequer proporcionado tempo hábil para tomada de decisões. Temos um cliente que absorve perto de 80% de nossa produção e certamente vai reagir de forma negativa a mais um aumento de preços, principalmente porque é um aumento que recaiu somente para os produtos fornecidos por nossa empresa, pois acreditamos que os demais fornecedores (ou a grande maioria), inclusive os concorrentes, são optantes do Lucro Real e não terão este acréscimo. Contamos com a ajuda de V.Sªs Sirinaica Plásticos Rua Nereu Ramos nº 990 PRAIA GRANDE -SC CNPJ: 79.818.282/0001-99 Gerson Guimarães - Procurador gerson@sirinaica.com.br Consulta à Fiscodata e resposta obtida: Srs: Analisando (tentando...) a Lei 10865/2004, surgiram várias dúvidas para a aplicação prática em nossa empresa. Colocamos, abaixo, nossa situação e dúvidas: a) somos optantes pelo lucro presumido; b) fabricamos peças e acessórios para os veículos autopropulsados, classificadas nas posições 87.07 (cabinas) e 87.08 da TIPI; A partir disso, surgiram as seguintes dúvidas: a) Em momento algum, localizamos orientação de como proceder as empresas optantes pelo lucro presumido. Para quem é optante desta modalidade, devem permanecer as alíquotas 0,65 e 3,00% ?? b) Caso contrário, ou seja, de não podermos continuar a praticar as alíquotas acima, talvez até por força do Art 36 (abaixo), teríamos a seguinte situação: Como fabricante de produtos relacionados no Anexo I, teríamos um aumento vertiginoso da carga de tributos, pois o Art.36, que deu nova redação ao Art.3º da Lei 10485/02, em seu inciso I, prevê os percentual de 1,65 e 7,60% para venda fabricante, bem como o inciso II que prevê os percentuais de 2,3 e 10,80% para comerciantes e consumidores (também temos estas operações) e, como optantes do lucro presumido, também não poderíamos tomar os créditos na aquisição dos bens e serviços previstos no Art.15. Esta foi nossa primeira análise, mas certamente esperamos estar enganados. Qual sua posição ante ao exposto acima? Gerson / Garcia RESPOSTA: Prezado Cliente. Em atenção à sua consulta, informamos: Conforme alteração da Lei 10485/02 pelo artigo 36 da Lei 10865/04, a partir de 01/08/2004 , as pessoas jurídicas fabricantes, relativamente às vendas dos produtos relacionados nos Anexos I e II, ficam sujeitos à incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS às alíquotas de 1,65% e 7,6 % nas vendas para fabricantes de veículos e máquinas relacionados no art. 1º da Lei 10485/02 e para fabricantes de autopeças. Os percentuais serão 2,3 % e 10,8% nas vendas para comerciante atacadista ou varejista ou para consumidores. A partir de 01/08/2004 os fabricantes destes produtos, quando tributados pelo lucro real, poderão se utilizar créditos na modalidade não cumulativa do Pis e Cofins. Para a empresa optante pelo lucro presumido, entendemos não haver a possibilidade de aproveitamento de créditos. Nosso entendimento é semelhante ao apresentado por VSª nesta consulta. Atenciosamente, Ana Luisa S. Yasuda Consultora Assisti parte do programa transmitido ontem pela Rede Vida, e gostaria de saber qual a possibilidade de ser aprovada a proposta do INSS, e se possível que me enviassem mais comentários do assunto visto que assisti apenas parte do programa. Grato. Leandro Pereira ADM do Brasil Ltda. Dpto.: Fiscal SP Leandro_pereira@admworld.com Gostaria de saber se as empresas enquadradas no imposto Simples também têm que contribuir com o imposto Cofins. Aleixo www.divino@mytsu.com.br Gostaria de obter mais informações sobre a substituição da alíquota patronal pelo aumento da CPMF. Pergunta-se: e as empresas optantes do simples? Grato, Rafael Matos Pereira hamurabi25@yahoo.com.br. 10 de junho Uma carga tributária tão alta como a nossa pode interferir no desenvolvimento industrial do país? José Carlos Alfenas-MG Este E-Mail foi enviado pelo celular: 03599587068 3599587068@itelemigcelular.com.br 04 de junho O programa Combate é muito interessante, informativo, uma verdadeira aula de economia. Por falar em economia, gostaria de uma explicação por parte de vocês, eu sei que dificilmente o pais terá aumento do seu crescimento, sem subir a inflação, sei que não existe uma fórmula mágica, mas gostaria de saber qual é o mínimo que os governantes podem fazer para que o nosso país cresça sem subir tanto a inflação. Muito obrigado pela atenção, o programa está de parabéns, nota 10. Gostaria, se possível, de uma resposta por e-mail, pois nem sempre dá para assistir o programa. Magno Conceição Nogueira Imperatriz-MA. magnotop@hotmail.com.br 03 de junho Qual a proposta para incluir os "empregados" informais na formalidade? Respeitosamente, Denis Agnello professor@previdenciaweb.com.br Solicitações 11 de junho Gostei muito de ver o final do programa de quinta passada, como não pude ver desde o inicio, gostaria de receber a fita gravada do programa. Sou estudante do 7º período do curso de Ciências Contábeis na cidade de Barra Mansa e levarei a fita para as turmas verem. Acredito que seria uma evolução para a nossa sociedade, caso esta mudança ocorresse, também sou a favor da cobrança de um imposto único direto na fonte de movimentação financeira, pois assim aumentaria a base e reduziria a carga aos empresários, aumentando assim o crescimento econômico-social. E talvez diminuíssem as obrigações assessórias cobradas pela Estado, obrigações estas que ocupam, com toda certeza, mais de 50% das atividades dos escritórios de contabilidade, trabalho este feito por profissionais que não recebem o devido reconhecimento do governo. Leonardo Judice leonardo.judice@terra.com.br Rua Domingos José Dantas, 897 Apto 201 Boa Sorte - Barra Mansa - CEP 27.345-971 Prezados Senhores, Assisti sua programação na quinta-feira ultima e gostaria de acessar o site dos senhores para obter algumas informações sobre o projeto de lei que estão enviando ao congresso, bem como obter informações de como adquirir uma cópia da fita do programa. Saudações, Agnaldo iob.mvr@terra.com.br Sou contador em São José do Rio Preto e gostaria de receber a fita sobre os impostos. Valter Dias Prado valter@comarc.com.br R. Siqueira Campos, 3178 Santa Cruz S.J. Rio Preto - CEP 15014-030 Gostaria de adquirir fita do programa Combate exibido no dia 10/06/2004, em que participaram o Professor Marcos Cintra -FGV e Luigi Nese da FESESP. Alfredo Miranda de Lemos Travessa Nestor Vitor, 127/101 Tijuca - Rio de Janeiro/RJ, alfredo.lemos@globo.com Prezados senhores, Como diretor do Sindicato dos Administradores no Estado do Espírito Santo ( SINA-ES), após assistir na Rede Viva ao programa levado ao ar, na data de ontem, gostaria de saber como poderia obter cópia do mesmo para divulgação com a categoria. Desde já agradecendo, enviamos Saudações sindicais Paulo Guimarães pguima@terra.com.br Caros produtores do programa Combate, sou estudante, curso atualmente o 2º módulo de Administração na Universidade Federal de Lavras (UFLA), pude assistir o final do programa exibido no dia 10/06/04, quando vocês explicavam a proposta. Peço-lhes, se possível for, que me escrevam falando sobre esta proposta tributária. Gostaria que me explicassem como ela funcionaria e em que consiste realmente. Desde já grato pela atenção, Lucas Silvestre de Carvalho lsc1349@uol.com.br Gostaria de receber uma cópia da fita do programa exibido dia 10/06/2004. Grato, Luis Fernando Gomes da Silva l.f.g.s.@bol.com.br Assisti ao programa de TV e cumprimento pela iniciativa e qualidade do mesmo. Gostaria imensamente de receber a fita e autorização para reprodução em matéria jornalística. Sou diretor e redator do jornal Evolução - (São Bento do Sul - Planalto Norte de Santa Catarina e Sul do Paraná). www.jornalevolucao.com.br Qualquer custo por favor reportar. Cordialmente, Pedro Alberto Skiba skibapedro@matrix.com.br Prezados senhores, Sou advogado militante na Cidade de Juiz de Fora. Assisti ao programa de hoje do canal 43 e gostei muitíssimo do que ouvi e vi. Gostaria de receber o CD do programa que tratou do CPMF de 1.13%. Muito grato pela atenção. Meu endereço é R. João Teixeira Lopes Filho n° 311 - Alto dos Passos - Juiz de Fora MG - CEP 36030-060. Paulo R. D. Bicudo. pbicudo@terra.com.br Vocês ofereceram uma cópia em VHS no programa Combate do dia 10/06/2004. Gostaria de apresentar aos alunos do curso de Direito e Ciências Contábeis que estudam Economia Política. Agradeço pela atenção. Segue o endereço para envio: Rua Manoel de Almeida Lacerda, 261 Cohab Nova CEP 36700-000 Leopoldina - MG Marcos Orange oranje@globo.com Sou um estudante da Faculdade Sumaré, no Estado de São Paulo, e queria uma copia da fita do programa exibido no dia 10/06/2004 para divulgação na faculdade sobre a importância da economia , estou estudando também sobre o assunto e espero contato de vocês .Muito obrigado por essa atenção. Wellington Monteiro Ferreira wellington_9@hotmail.com Acabo de assistir ao programa dessa quinta-feira e me interessei pela proposta apresentada. Vocês falaram da possibilidade de adquirir a fita do programa, gostaria de saber como e também ter mais informações sobre o tema. Meu interesse sobre o assunto se dá, entre outros fatores, porque sou graduando de ciências econômicas. Muito obrigado, Marcelo somarcelomartins@ig.com.br Gostaria de receber a fita do programa veiculado na TV sobre os impostos que as empresas pagam ao governo. Tive a oportunidade de ver só o final do programa, gostaria de vê-lo na íntegra. Este assunto me interessa muito, pois tenho certeza que se o governo, concedesse benefícios aos empresários, como por exemplo para os que contratassem X% do número de funcionários que tem , seria concedida uma redução nos encargos na mesma proporção dos números de funcionários, como também não seria cobrado nenhum imposto para as novas contratações, pelo menos por algum período, acho que estaríamos aquecendo o mercado, pois o número beneficiado seria muito grande, as empresas estariam produzindo mais , conseqüentemente, se arrecadaria mais com o ICMS, e outros. O governo também estaria diminuindo sua despesa com seguro desemprego, com o próprio serviço de saúde, pois quem se alimenta melhor não adoece facilmente. Pois tenho certeza que esse sim seria um programa que o governo poderia desenvolver melhor e teria muito mais retorno do que esse tal FOME ZERO, porque tenho certeza também que por mais miserável que seja o ser humano, o seu maior orgulho é conseguir o seu próprio sustento e não ser tratado "como um bicho de zôo que tem que ser alimentado" para poder sobreviver. Bom, desculpem o desabafo, pois acho que não deveria estar enviando isso para vocês, mas não sei a quem deveria enviar no governo, e também acho que não dariam a mínima, pois tenho certeza que o governo sabe disso, só que por vários motivos não tomam medidas parecidas. Trabalho na área pública há bastante tempo e tenho certeza que se os políticos quisessem nosso país seria com certeza uma potência. "PRECISAMOS DE SERIEDADE, HONESTIDADE" ACABAR COM TERCEIRIZAÇÕES DESNECESSÁRIAS, aqui o buraco é grande. Luis Antonio cpdsjrp@itelefonica.com.br Perguntas 17 de abril Fala-se que o Brasil tem muitos impostos, que tais impostos inibem o desenvolvimento, que as empresas são sufocadas por uma infinidade de dificuldades tanto de cunho burocrático como tributário. Não seria o momento de extinguir todos os impostos e implantar o imposto único, simplificar todos os procedimentos burocráticos, permitindo ao nosso país despontar como uma grande oportunidade de negócios? Quais as dificuldades para que tenhamos uma simplificação generalizada de nossa burocracia? Atenciosamente, Edigar Mendel Sobreira edigar_mendel@uol.com.br 15 de abril Caro Dr. Marcos Cintra, Como o Sr. vê a proposta do Deputado Federal, de PE, Ricardo Fiuza, em que ele apresenta um Projeto de Lei, onde os Contratos de financiamento de veículos, devem passar por Cartório de Registro, o qual cobrará para tanto o valor de R$ 200,00 ? Será que não está na hora, destes cidadãos, de classe privilegiada, passarem a pensar mais no povo, que no próprio umbigo ? Afinal, estes cidadãos foram eleitos pelo povo, para defender o interesse do povo, e não para lançar sobre eles toda a sorte de peso, como burocracia, encargos, taxas, impostos, etc., etc., e etc. O povo brasileiro pede SOCORRO !!!!. Um forte abraço e boa sorte nesta nova empreitada. José Reinato dos Santos Contabilista em SP jose.reinato@sancorsp.com.br Como investir uma parte desta carga tributaria em programas assistenciais? Visto que lutar pela redução deste imposto é utopia. Aguardo resposta. Parabéns pela conquista. Márcia Evangelista Bauru SP marciaevangelista@hotmail.com Gostaria de perguntar ao "Paulinho", qual a posição atual da Força Sindical - aliada de tantos anos do PT - no que se refere ao conservadorismo da política de redução de juros do Banco Central. Quem mudou: o PT ou a Força Sindical? Guto Ferreira aluno de jornalismo - São Paulo Prezado Professor, Gostaria que o Sr. esclarecesse a PERVERSA E NEFASTA relação entre os três vetores CARGA TRIBUTÁRIA / TAXA DE JUROS/ RISCO BRASIL. No caso do risco Brasil, por que estamos com a classificação neste patamar elevadíssimo? Aproveito a ocasião para desejar-lhe boa sorte nesse seu novo encargo e ao mesmo tempo agradecer-lhe a disposição de nos esclarecer com seu profundo saber. Obrigado! Roberto Folgueral folgueralrr@terra.com.br Professor Marcos, Com a falta de emprego, as empresas estão contratando funcionários sem registro em carteira, com isso diminuindo seus custos com a folha de pagamento, que são altíssimos. Isto está se tornando uma rotina. Esse é o caminho? Ou existe uma solução melhor? Benjamim Rodrigues Trindade benjamim.trindade@globo.com A CUT, conseqüentemente, o PT, antes de conquistarem o poder, diziam ser a favor da extinção do odioso Imposto Sindical. Este tema é mais um dos temas esquecidos por Lula ? A. J. Santos abelardojucene@yahoo.com.br Jaboatão, PE Gostaria de saber porque os serviços terceirizados sofrem sempre as maiores tributações e as maiores perseguições por parte de Município, Estado e União. Por que a Terceirização não pode se enquadrar no sistema Simples se a mesma é a maior geradora de empregos diretos? Iraci servstilus@terra.com.br Como lidar com a cobrança de ICMS e INSS nos frigoríferos? Existe alguma saída para não sonegar? È possível se criar uma Cooperativa dos funcionários para se livrar do impostos que incidem sobre os frigoríferos? Fábio (Mirassol-SP) fsaicali@zipmail.com.br Caros participantes do programa Combate, questiono o seguinte: O governo diz que o desemprego vai melhorar! O que cada um de vocês pensam a respeito??? A política usada é dura demais para o povão trabalhador!!! Não esta na hora de uma cobrança rígida dos partidos de oposição??? Luiz Augusto Rossi Americana-SP. Gostei muito do estilo de programa apresentado pela Rede Vida, gostaria que esse tipo de programa fosse veiculado em horários acessíveis à grande maioria da população, ou seja, poderia estar sendo apresentado em horário nobre por se tratar de um programa nobre como esse. Gostaria da resposta de todos os participantes da mesa. "Em 2020, segundo estimativa do IBGE, de 14/04/2004, o Brasil terá 25 milhões de idosos, o que representará uma média de 11,4% da população estimada em 219 milhões de brasileiros". Diante dessa informação pergunta-se: O Brasil está criando uma estrutura para atender todo esse montante de idosos, e o que deveria ser feito para garantir as cinco necessidades básicas de todo cidadão. Atenciosamente, Gerson Costa gcosta@unerj.br Jaraguá do Sul SC Será que não há um excesso de políticos no Brasil, e a maioria não vale nada e são corruptos e para alimentá-los acaba saindo caro? Um abraço ao Russomano, com quem trabalhei no metro de SP. Daniel Pinto Duarte Fortaleza CE Prezado Dr. Marcos Cintra, Parabenizo-o pela brilhante iniciativa de um programa de debate de idéias como este e lhe pergunto: A empresa enquadrada no regime tributário do SIMPLES, que além de comércio também presta serviços e cujo faturamento de serviços foi superior a 30 % no ano de 2003, foi "agraciada" em 2004 com um aumento de 50 % na sua alíquota. Como esse tipo de empresa já não é onerada pelo INSS sobre a sua folha de pagamento, o aumento da CPMF de 0,38 para 1,13 seria mais um aumento exorbitante sobre os seus já elevados custos. Gostaria que comentasse o assunto. Carlos Selestrin São Bernardo do Campo - SP Gostaria de saber o motivo pelo qual os políticos rejeitam a idéia do Imposto Único Federal? Luís Meato Niterói-RJ Celso Russomano, É verdade que só no Brasil os consumidores têm que pagar assinatura de telefone fixo? Rogério (Sorocaba-SP). romargui@itelefonica.com.br Cumprimentos 18 de abril Prezado Dr.Luigi, Parabenizo V.Sa. pela iniciativa de criar um programa de T.V. com pauta diferenciada, visando esclarecer e orientar empresários, profissionais liberais,gestores públicos e interessados em geral. Seja portador do meu carinhoso abraço ao Prof. Marcos Cintra. Atenciosamente, Hélio Pilnik pilnik@osite.com.br 16 de abril Parabéns pelo programa "Combate"... Estamos divulgando o programa, pois estamos plenamente de acordo, com a mudança urgente do Sistema Tributário, que incide sobre a Folha de Pagamento. Sandra Aguilera Oliveira Supervisora Comercial Grupo WALCAR TERSET / MILLENIUM Prof. Marcos Cintra, Parabéns pela iniciativa da Fesesp e da Rede Vida, inaugurando um programa para discutirmos, democraticamente, a Economia Brasileira. O Combate vem, num momento oportuno, debater publicamente os problemas da economia brasileira que afetam todas as classes sociais com a excessiva concentração de renda, que tende a continuar crescente em pleno governo Lula. Ou seja, não estamos ouvindo uma grita contra o "câncer" da concentração de renda no país. Parabéns e felicidades, Ercio Ignácio São Paulo - SP ercio@ajato.com.br Fico muito feliz com esse programa em nossa TV aberta e disponível a todas as camadas da população. Parabéns e obrigado! Gostaria que todas as TVs do país estivessem fora daqueles programas de caras,bocas e nádegas, e sintonizados na Rede Vida, mas, penso que nosso povo chegou a um grau de servidão, planejado há décadas pelos donos do mundo, que está difícil de mudarmos em curto prazo. Sinto muito também por estarmos nos digladiando aqui dentro do nosso Brasil, entre nossos conterrâneos, quando penso que tudo começou e depende de decisões externas. Imagino que qualquer um que resolver se propor como "capataz" do Brasil acabará se sujeitando às ordens dos mercadores e "lucradores" lá de fora. O medo ainda é grande quando o homem tem uma família o aguardando em casa. Carlos Roberto fisiofranck@hotmail.com Parabéns pela iniciativa do Programa COMBATE. Contem com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Cid Torquato Cid.Torquato@Camara-e.net Diretor Executivo Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico www.camara-e.net Venho por meio dessa parabenizá-los pelo nível do programa de ontem (15/04/04) e dizer que estou muito satisfeito por saber que podemos contar com uma "arma" como vocês para mostrar à sociedade o abuso que o governo usa contra os empresários e a massa assalariada. Sou um estudante de Ciências Contábeis e fiquei muito interessado pelo sistema de tributaçao do INSS que vocês estão propondo, e gostaria de saber se podiam me enviar via e-mail ou Correio um exemplar para que eu levasse até à faculdade para compartilhar essa grande idéia com meus companheiros. Desde já, muito obrigado. Sucesso!!! Marco Aurelio F.Santos marcoaureliosb@hotmail.com Santa Branca SP Caro Marcos, Parabéns pelo novo programa. Gostei muito do formato e objetivo. Sou jornalista formada e adoraria fazer parte de sua equipe de produção. Espero poder contribuir com alguma coisa. Se possível, gostaria que me enviassem o texto da proposta apresentada. Larissah larissapierres@ig.com.br 15 de abril Prezado professor Marcos Cintra, Fico feliz em saber desse novo canal de discussões. E, mais feliz ainda, com a sua presença como âncora. Como há tempo importunei-o com a sugestão da transformação da CPMF em IMPOSTO ( IPMF ), utilizando a sua idéia do IMPOSTO ÚNICO, volto mais uma vez a importuná-lo, vez que deslumbro ser essa uma grande saída do nosso país das amarras em que ele está metido na área tributária. Ora, tendo-se apenas esse IPMF com uma alíquota suficiente (ex.: 4%) para cobrir todas as necessidades de Estado, e com isso eliminando todos os demais impostos e possivelmente taxas, o Brasil ficaria livre e de baixo custo para iniciar seu deslanche. A fiscalização hoje existente (municipal, estadual e federal) seria toda transformada numa só fiscalização especializada para auditar as movimentações financeiras. Manter-se-ia apenas o ICMS com uma alíquota ínfima (ex.: 0,01%) e somente para fins de documentação fiscal, contabilizações, controles, etc., alíquota essa que serviria inclusive como norteadora e ajustadora do IPMF. Um grande abraço e sucesso nessa nova empreitada.Esteja certo que serei um assíduo assistente desse programa e o divulgarei. Carlos David cdavid@fazenda.sp.gov.br Sendo conhecedor da capacidade elucidativa do ex-deputado e professor Marcos Cintra, tenho a absoluta certeza que valerá a pena chegar da Faculdade às 23h00 e acompanhar esta nova opção na grade televisiva. Guto Ferreira aluno de jornalismo - São Paulo Caro Prof. Marcos Cintra, Gostaria de parabenizá-lo pela estréia do programa e perguntar-lhe como o contribuinte pode se defender da ganância de arredação do Estado. Grande abraço, Prof. Manoel Vidal Prezado professor Marcos Cintra, Quero parabenizá-lo e a Rede Vida de Televisão, pela estréia deste interessante programa denominado Combate. O nome é bastante sugestivo e nos obriga a pensar que precisamos estar alertas e combater a fúria tributária dos governos municipais, estaduais e federal. O povo brasileiro precisa reagir com vigor e sem medo contra essa quantidade sufocante de impostos e taxas que é obrigado a pagar. O pior é que não vemos o retorno do que pagamos em benefícios. Temos que ver que já passou da hora de reagirmos contra esta situação. Todos sabem e as pesquisas mostram ser a alta carga de impostos a principal causa do desemprego, da falência da saúde, da educação e do aumento da violência, pois favorece a retração econômica, e não gera riqueza, nem trabalho. Estou sabendo da sua luta para implantar o Imposto Único no Brasil e ouvi dizer que existe um grupo de pessoas que vem discutindo essa idéia pela internet. Gostaria que divulgasse o endereço eletrônico desse grupo para que eu pudesse me associar e, quem sabe, outras milhares de pessoas que no momento assistem este programa. Guilherme Cardoso Belo Horizonte - MG Marcos, Parabéns a você e à Rede Vida pelo programa, muito sucesso. A idéia do imposto único é "genial", pena que continua sendo apenas uma idéia. Você poderia me responder porque tanta resistência ao imposto único por parte dos nossos políticos? Um abraço, Antonio de Campos Ferreira Campinas -SP Parabenizo o Prof. Marcos Cintra e a Rede Vida pelos temas que estão apresentando. O brasil minúsculo está mais que necessitando de reformas que tragam o otimismo que se manifesta quando há trabalho para todos. Abraços Walter Marquart waltermarquart@speedybrasil.com.br Primeiro gostaria de parabenizá-los pelo ótimo programa , seus apresentadores e o tema . Pela primeira vez , vejo um fórum realmente sério, com dados reais e muito bem mostrados e elaborados. Gostaria de ter acesso aos gráficos mostrados na abertura do programa. Aproveito para saber se existe algum apoio da Assertem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário), já que é um dos setores que tem um grande impacto na geração de empregos e flexibilização da mão de obra. Gostaria de saber a opinião dos participantes do programa a respeito deste setor. Cezar Augusto de Campos - Belo Horizonte - MG Empresário do setor de Recursos Humanos. A Rede Vida e a FESESP estão de parabéns por trazerem aos telespectadores uma das inteligências mais brilhantes do Brasil, que é o professor Marcos Cintra. Gostaria de perguntar aos entrevistados se a política tributária do PT consubstancia o pensamento da esquerda brasileira. Caso contrário, pediria ao Paulinho que explanasse a respeito. Um fortíssimo abraço e votos de muito sucesso. Valadão. mvaladao@uol.com.br Parabéns pelo programa, uma boa oportunidade para divulgar o IUF, como forma de desoneração da folha de pagamento. Estou encaminhando a vocês o meu trabalho de conclusão de curso sobre o IUF. Gilberto gilbertoc@brturbo.com Boa Noite Gostaria de saber, porque toda a Prefeitura não adere seus recursos de transporte para unir forças com o Governo do Estado para construir mais Kilometros de metrô? e porque o Governo não investe mais em segurança nos mesmos, como exemplo disto, temos as plataformas de espera do metrô, onde poderiam colocar uma divisoria de material transparente que pudessem proteger a todos para não ultrapassar a linha de segurança, hora apenas faxas amarelas nos trilhos do trem? Algo que no exterior esta em uso a muito mais tempo. Grato Carlos S Santos Analista de Sistemas Class 1 São Paulo Capital O micro ou pequeno empresário faz compras e vendas via listas telefônicas, locais, estaduais ou nacionais. Será que um dia poderemos ter um instrumento equivalente para comprar e vender no exterior com um simples telefonema (ou e.mail)? Carlos Ferreira Augusto São Roque - SP |